20 de julho de 2017

Declaração de interesses, finalidades e afins

Caros Leitores e Visitantes,

Aqui existia um blog que se lançou com uma toada brincalhona mas que ficou sério e depois brincalhão e depois sério e por aí fora. 
Sim, os Autores, eu e o meu cérebro, somos dados a estados de alma, de espírito e de outras coisas como desgostos desportivos do Sporting.
Acima de tudo assumo que sou um humano não perfeito! 
E isto tinha que ser dito porque há para aí muito ser humano perfeito a chatear com a sua perfeição os não perfeitos e a exigir que os imperfeitos, perfeitos sejam!
Para memória futura: Eu gosto de não ser perfeito! 

Dito isto, confesso que sou um liberal nas vertentes sociais e económicas! 
Isto significa que sou Bloco de Esquerda em muitas coisas - casamentos homossexuais (porreiro, pá!), adopções por casais homossexuais (tudo bem, pá!) mas sou CDS-PP ou PPD/PSD na visão económica - Menos Estado é (quase) sempre melhor Estado! (abomino o Estado intervencionista e "paizinho"!)

Sou republicano - defensor acérrimo do lema "Igualdade, Fraternidade e Liberdade" - e considero que a República Portuguesa deve ser laica, ou seja, meus amigos não há feriados religiosos para ninguém...metam férias! (Natal incluído!).

No entanto, não se deixem enganar, sou crente e acredito em Deus! 
Mas não sou católico, nem protestante, nem islâmico, respeitando todos os credos e a fé de cada um. Não gosto dos ateus que exibem a mania da superioridade da sua fé - Deus não existe! - e tentam quase sempre impor a sua visão aos crentes mostrando como estes são ignorantes por acreditarem.

Sou adepto do Sporting Clube de Portugal, que considero o maior, melhor e mais ecléctico clube português. 
Não gosto de fanáticos, das claques portuguesas, dos empresários de jogadores, dos dirigentes chico-espertos e de jogadores burros. Acho que o futebol devia seguir o exemplo do râguebi (esse sim um desporto nobre!) e ser tão transparente quanto o desporto da bola oval.

Gosto de todas as artes com uma particular paixão pela sétima (cinema) e detesto as pseudo-arte. Para dar um exemplo, não conta como arte, a colocação de um barco ferrugento, a cair aos bocados, no centro de uma sala de exposições para transmitir "a erosão da Vida", ou uma tela branca com duas pinceladas gatafunhadas descrevendo "uma vida a par". Isso só é "arte" para o autor da "obra", para amigos dele ou para se ganhar uns cobres com os "parvos"!


E pronto, é isto...